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Todos juntos pela vida!

Movimento Antivacina: por que ele é tão perigoso para todos nós?

Pode parecer absurdo, mas existem grupos de pessoas que professam um movimento contra a vacinação. Pior que isso é o fato de que existem brasileiros que apoiam essa ideia perigosamente contagiosa. Os números não mentem: em 2016, a meta de vacinação contra poliomielite (a paralisia infantil) em nosso país não foi cumprida. Imunizamos apenas 86% da população, a pior taxa de vacinação dos últimos 13 anos. Quando uma parte da população deixa de ser vacinada, criam-se grupos de pessoas suscetíveis, que possibilitam a circulação de agentes infecciosos. Quando eles trafegam e se multiplicam por aí, não afetam apenas aqueles que escolheram deixar de se vacinar, mas também aqueles que não podem ser imunizados, seja porque ainda não têm idade suficiente para entrar no calendário nacional, seja porque sofrem de algum comprometimento imunológico. Como se não bastasse, nosso país tem recebido muitos imigrantes que podem trazer vírus que até então estavam erradicados. É por tudo isso que a vacinação é algo maior que uma escolha pessoal. Vira assunto de saúde pública. Em outras palavras, se uma pessoa não vacina seu filho de 5 anos, ele pode contrair uma doença e passar para o bebê de 6 meses de outra mãe, que ainda não tomou todas as doses necessárias. Trata-se então de um assunto muito sério, capaz de trazer de volta doenças que pensávamos não existir mais. É preciso que todos continuem fazendo a sua parte, em um compromisso sério de respeito ao mais próximo.

Nós que fazemos a Saúde Vacinas não apoiamos o movimento antivacina, apoiamos a vida! TODOS JUNTOS PELA VIDA.

Todos juntos pela vida!